PORTUGAL CRONIC: Assessor detido pela PSP
Um assessor da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, foi ontem detido pela PSP de Lisboa, na Avenida 24 de Julho, por ter sido apanhado a conduzir com uma taxa de álcool elevada.
Alberto Praxetes Correia, que tem o estatuto de assessor principal, foi submetido ao teste de alcoolemia – e acusou 2,43 gramas de álcool por litro de sangue, cerca de cinco vezes superior ao máximo permitido por lei. O assessor de Maria de Lurdes Rodrigues foi mandado parar, pelas 09h30 de ontem, no âmbito de uma gigantesca operação levada a cabo pela Divisão de Trânsito (DT) da PSP de Lisboa em vários pontos da capital. Segundo fonte policial, conduzia um Mercedes, no sentido Cais do Sodré-Alcântara. “Os agentes ordenaram-lhe que saísse do carro e ele acedeu a fazer o teste de alcoolemia. Mas no fim reagiu mal: exibiu um cartão de funcionário governamental e ameaçou os agentes”, disse ao CM a mesma fonte policial. Alberto Praxetes Correia recebeu, de imediato, voz de detenção – por ter acusado uma taxa de álcool de 2,43 gramas de álcool por litro de sangue. O máximo permitido pelo Código da Estrada é 0,49. Taxas superiores a 1,2 são consideradas crime. O assessor foi notificado para comparecer na segunda-feira de manhã no Tribunal de Pequena Instância Criminal, em Lisboa. Arrisca uma pena de prisão até um ano, remível a multa, e à apreensão da carta por um período mínimo de três meses.
In Correio da Manha 21Ago2005
Um assessor da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, foi ontem detido pela PSP de Lisboa, na Avenida 24 de Julho, por ter sido apanhado a conduzir com uma taxa de álcool elevada.Alberto Praxetes Correia, que tem o estatuto de assessor principal, foi submetido ao teste de alcoolemia – e acusou 2,43 gramas de álcool por litro de sangue, cerca de cinco vezes superior ao máximo permitido por lei. O assessor de Maria de Lurdes Rodrigues foi mandado parar, pelas 09h30 de ontem, no âmbito de uma gigantesca operação levada a cabo pela Divisão de Trânsito (DT) da PSP de Lisboa em vários pontos da capital. Segundo fonte policial, conduzia um Mercedes, no sentido Cais do Sodré-Alcântara. “Os agentes ordenaram-lhe que saísse do carro e ele acedeu a fazer o teste de alcoolemia. Mas no fim reagiu mal: exibiu um cartão de funcionário governamental e ameaçou os agentes”, disse ao CM a mesma fonte policial. Alberto Praxetes Correia recebeu, de imediato, voz de detenção – por ter acusado uma taxa de álcool de 2,43 gramas de álcool por litro de sangue. O máximo permitido pelo Código da Estrada é 0,49. Taxas superiores a 1,2 são consideradas crime. O assessor foi notificado para comparecer na segunda-feira de manhã no Tribunal de Pequena Instância Criminal, em Lisboa. Arrisca uma pena de prisão até um ano, remível a multa, e à apreensão da carta por um período mínimo de três meses.
In Correio da Manha 21Ago2005

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